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D E T A I LS

A decoração de ambientes é uma arte que exige atenção aos detalhes. Cada elemento escolhido para compor um espaço pode fazer a diferença na percepção do ambiente como um todo. Quando se trata de decorar um espaço, a iluminação adequada e o uso de materiais naturais feitos a mão são elementos essenciais para que o resultado final seja agradável e harmonioso.  A iluminação é um dos aspectos mais importantes na decoração de interiores. Ela pode ser usada para melhorar o ambiente, realçando características específicas ou ocultando outras que não são tão atrativas. Uma iluminação adequada pode trazer um ambiente confortável e convidativo, enquanto uma iluminação inadequada pode gerar desconforto e tornar o espaço desagradável.  A escolha correta dos tipos de lâmpada, a sua disposição e a intensidade são essenciais para que o ambiente fique agradável e funcional. Além da iluminação, o uso de materiais naturais como a madeira, a pedra e os tecidos feitos a mão são uma tendência que v...
história dos espelhos
uma breve introdução.

O antigo historiador romano Plínio (AD 23-79),
descreve como os comerciantes fenícios faziam o transporte de pedra, na verdade, descobriu-se o vidro acidentalmente, na região da Síria, cerca de 5000 aC. Após o desembarque em uma praia, os comerciantes colocavam panelas em blocos de nitrato acima do fogo. O intenso calor do fogo causado nos blocos de nitrato fizeram com que este começasse a derreter e a se misturar com a areia da praia e formaram assim um líquido opaco, é o que vemos hoje chamado vidro.


















galeria dos espelhos, palácio de versalles. frança

história dos espelhos

Segundo alguns pesquisadores, a primeira tentativa de se fabricar um espelho aconteceu na Idade de Bronze, há cerca de 3000 a.C.. Através do polimento de metais e pedras, algumas antigas populações do atual Irã seriam responsáveis pela fabricação dos primeiros espelhos de toda a História. Longe de parecer com os espelhos atuais, os modelos dessa época somente refletiam os contornos de uma imagem bastante distorcida.
 Somente nos fins do século XIII é que espelhos com maior nitidez foram fabricados.

Combinando uma camada de vidro e uma fina lâmina de metal, os espelhos podiam agora revelar nitidamente as feições do indivíduo.
Contudo, assim como as novidades que aparecem no mercado, os espelhos eram raros e custavam muito caro. Entre os séculos XV e XVI, um espelho de proporções médias poderia valer mais que as pinturas de um pintor renascentista ou um poderoso navio de guerra.

A primeira ação em prol da popularização dos espelhos aconteceu no século XVII.  
No ano de 1660, o rei francês Luís XIV designou um de seus ministros para que subornasse artesãos venezianos, detentores de uma eficiente técnica de fabricação de espelhos. Graças a essa tramoia, os franceses tiveram condições para construir o lendário salão de espelhos encontrado no Palácio de Versalhes.
A partir da Revolução Industrial, os espelhos começaram a ficar mais baratos.
Dessa forma, o útil adereço começou a adentrar os ambientes domésticos de famílias das mais variadas classes sociais.




Mais que um simples apetrecho para o exercício da vaidade, os espelhos nos permitem conhecer importantes princípios da Física, integram o funcionamento de várias máquinas e até servem como objeto de decoração.
aqui alguns dos espelhos que ganharam e vem ganhando cada vez mais espaço na decoração, as molduras e entalhes que foram criados nos séculos XV ao XVIII está cada vez mais em alta.



rococó e gustaviano




Hoje, séculos depois da popularização iniciada na Revolução Industrial, o espelho continua sendo um dos elementos mais versáteis da decoração. Além da função óbvia, ele resolve problemas reais de projeto: amplia visualmente ambientes pequenos, redireciona luz natural para cantos escuros e cria pontos focais em paredes que, de outra forma, ficariam sem graça. Ao escolher um espelho para decoração, vale pensar em três coisas: a moldura (que dialoga com o estilo do ambiente — rococó remete ao clássico, moldura fina de metal ao contemporâneo), o posicionamento (de preferência refletindo algo interessante — uma janela, uma obra de arte, nunca uma parede vazia) e a proporção (um espelho grande demais para o cômodo quebra a harmonia do conjunto).


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